Visitem-nos também em: www.myspace.com/amornoise, onde poderão ouvir músicas nossas completas. Aqui no hi5 apenas temos excertos/previews para audição.
AMOR NOISE
Filipa Jacinto - voz Bruno Vicente - baixo Paulo Veríssimo - arranjos, letras e voz
"Ah, uma catástrofe que engrandeça, o prestígio da peste, a fascinação das coisas mais altas..." - Herberto Hélder
É através do barulho ruidoso do amor, do embate advindo dum sentimento amoroso, que entramos nos meandros mais perigosos, e também mais incandescentes, do existir.
Interests
Quando vejo o que acontece no éter, a fome de absoluto, a intensidade como alvo, sinto-me tomado pelo fascínio do naufrágio. Traço diálogos silenciosos com as nuvens e tomo por amigos os orgulhosos das cicatrizes, os que tomam banhos de luar em navios-fantasma, os que se perdem do mundo no mundo.
Uma mulher de dezanove anos deu entrada esta tarde no hospital de Cheticamp, N.S., com multiplos ferimentos depois de ter sido atacada por dois coiotes no Parque Nacional de Cape Breton. Segundo o RCPM, a jovem estava a visitar o parque sozinha e foi atacada no popular trilho "Skyline Trail". A sargento Brigdit Leger avançou que quando as autoridades chegaram ao local, mataram um dos animais, que estava visivelmente agressivo, mas o segundo escapou para o meio do bosque. A jovem acabou por ser transportada de helicóptero para Halifax.
Terça-feira, 27 de Outubro de 2009, 18:41
TAYLOR MITCHELL...
Esta foi a primeira noticia sobre o que aconteceu na passada terça-feira em Cape Breton. Depois as noticias sucederam-se até que o Canadá ficou em estado de choque. Afinal, a “mulher de dezanove anos” que acabou por morrer vitima do ataque de dois coiotes era Taylor Mitchell, uma jovem promessa do panorama musical canadiano.
Recentemente nomeada para o Canadian Folk Music Award na categoria de “Young Performer”, Taylor Mitchell tinha acabado de lançar o seu primeiro álbum - For Your Consideration - e encontrava-se numa digressão de três semanas pela Costa Este canadiana. Amante da natureza, e dos bosques que acabaram por figurar na capa daquele que será o seu único trabalho, o mundo da música pergunta-se porque razão foi a mesma natureza a calá-la.
… E ANTÓNIO SÉRGIO
Mas a música nunca se cala. Quando morre um músico, ou um radialista, é o som da música o som que fica.
No dia em que também António Sérgio deixou de estar entre nós, essa é a melhor homenagem que podemos prestar a ambos, à compositora canadiana morta por coiotes e ao grande lobo radialista português. Emudecer o travo a injustiça e ouvir a música. Seja ela qual for. Simplesmente, ouvir música...
Obrigado a ambos.
Vitor Pardal Simões in http://musicjukebox.hi5.com
E parabéns.
EM MEMÓRIA DE TAYLOR MITCHELL E ANTÓNIO SÉRGIO
The Canadian Press:
Uma mulher de dezanove anos deu entrada esta tarde no hospital de Cheticamp, N.S., com multiplos ferimentos depois de ter sido atacada por dois coiotes no Parque Nacional de Cape Breton. Segundo o RCPM, a jovem estava a visitar o parque sozinha e foi atacada no popular trilho "Skyline Trail". A sargento Brigdit Leger avançou que quando as autoridades chegaram ao local, mataram um dos animais, que estava visivelmente agressivo, mas o segundo escapou para o meio do bosque. A jovem acabou por ser transportada de helicóptero para Halifax.
Terça-feira, 27 de Outubro de 2009, 18:41
TAYLOR MITCHELL...
Esta foi a primeira noticia sobre o que aconteceu na passada terça-feira em Cape Breton. Depois as noticias sucederam-se até que o Canadá ficou em estado de choque. Afinal, a “mulher de dezanove anos” que acabou por morrer vitima do ataque de dois coiotes era Taylor Mitchell, uma jovem promessa do panorama musical canadiano.
Recentemente nomeada para o Canadian Folk Music Award na categoria de “Young Performer”, Taylor Mitchell tinha acabado de lançar o seu primeiro álbum - For Your Consideration - e encontrava-se numa digressão de três semanas pela Costa Este canadiana. Amante da natureza, e dos bosques que acabaram por figurar na capa daquele que será o seu único trabalho, o mundo da música pergunta-se porque razão foi a mesma natureza a calá-la.
… E ANTÓNIO SÉRGIO
Mas a música nunca se cala. Quando morre um músico, ou um radialista, é o som da música o som que fica.
No dia em que também António Sérgio deixou de estar entre nós, essa é a melhor homenagem que podemos prestar a ambos, à compositora canadiana morta por coiotes e ao grande lobo radialista português. Emudecer o travo a injustiça e ouvir a música. Seja ela qual for. Simplesmente, ouvir música...
Obrigado a ambos.
Vitor Pardal Simões
in http://musicjukebox.hi5.com